Pixel do Google Ads na Hotmart, Kiwify e Braip: onde configurar
Você criou a conversão no Google Ads, copiou um código cheio de letras e números e abriu a plataforma de afiliados. Aí vem a dúvida: onde isso entra? A Hotmart chama o lugar de um jeito, a Kiwify de outro, a Braip pede um passo que as outras não pedem. E o tutorial que você achou foi gravado numa tela que já mudou.
Este guia separa o que é igual em todas as plataformas do que muda em cada uma. Você vai saber quais dois dados tirar do Google Ads, em que área da Hotmart, da Kiwify e da Braip eles costumam entrar, por que instalar em um lugar só e como conferir se a venda chegou sem inventar compra de teste.
Principais conclusões
| Ponto | Detalhes |
|---|---|
| O Google é igual para todas | A ação de compra é criada do mesmo jeito no Google Ads, seja qual for a plataforma. O que muda é o campo onde o ID e o rótulo entram do outro lado. |
| Dois dados, nunca o código inteiro | A plataforma pede o ID de conversão, que começa com AW-, e o rótulo da ação. Os dois aparecem juntos no snippet do evento, separados por uma barra. |
| Cada plataforma tem a sua porta | Na Hotmart o pixel fica nas ferramentas, por produto. Na Kiwify, dentro da configuração do produto. Na Braip, o pixel é ligado a uma campanha, e o anúncio precisa usar o link dessa campanha. |
| Um lugar só por venda | Pixel da plataforma e importação por outra ferramenta registrando a mesma compra na mesma meta contam a venda duas vezes. Escolha uma origem por produto. |
| Status pendente não é erro | A ação costuma ficar sem atividade até a primeira venda real. Confira com a compra da plataforma e com paciência para o atraso, não com compra inventada. |
Primeiro, o que é o pixel do Google Ads para quem é afiliado
Pixel é o apelido que o mercado deu à marcação de conversão. No Google Ads, o nome oficial é ação de conversão: um registro na sua conta que diz o que conta como resultado. Para afiliado, quase sempre é a compra.
Quem tem site próprio cola a tag na página de obrigado. O afiliado não pode, porque o checkout e a página de obrigado são da plataforma. Por isso Hotmart, Kiwify e Braip oferecem um campo onde você informa a sua conversão, e elas mesmas disparam o aviso ao Google quando a venda acontece no checkout delas.
Segundo a ajuda do Google Ads sobre a tag de conversão, o disparo carrega um parâmetro chamado send_to, no formato AW-ID/RÓTULO. São esses dois pedaços que a plataforma precisa receber:
- ID de conversão: começa com
AW-seguido de números. Identifica a sua conta do Google Ads e é o mesmo em todas as ações dela. - Rótulo de conversão: uma sequência de letras, números e símbolos depois da barra. Identifica uma ação específica, como a compra de um produto.
Esses dois dados não são o ID do Google Analytics (que começa com G-) nem o do Gerenciador de Tags (que começa com GTM-). Confundir os três é um dos erros mais comuns: o campo fica preenchido e nenhuma venda chega.
Dica profissional: abra um bloco de notas antes de começar e cole ali o trecho send_to inteiro. Depois separe, em duas linhas, o que vem antes e o que vem depois da barra. É mais difícil errar copiando de um lugar que você controla.
A parte que é igual em todas as plataformas
A criação no Google Ads não depende de onde está o produto. Você faz o mesmo caminho para Hotmart, Kiwify, Braip ou qualquer outra plataforma que aceite ID e rótulo. O passo a passo completo, com contagem, valor e metas, está no guia para configurar a conversão no Google Ads sendo afiliado. Aqui vai o resumo do que interessa para a instalação:
- Em Metas, Conversões, crie uma nova ação de conversão do tipo site.
- Quando o Google pedir um domínio, informe o da sua presell ou estrutura própria. Ele serve para a verificação da tela, não para instalar o código no site.
- Escolha criar a ação manualmente, categoria Compra.
- Dê um nome que identifique produto e plataforma, por exemplo
Compra | Produto X | Kiwify. - Salve e abra a configuração da tag. Na opção de instalar por conta própria, localize o snippet do evento e copie o trecho
send_to.
Repare que o Google mostra dois blocos de código nessa tela. O primeiro é a tag do Google, que vai em todas as páginas de um site. O que interessa para a plataforma está no segundo, o snippet do evento. É ali que aparece o par ID e rótulo.
Há outro detalhe que derruba muita instalação. Se você pegar o ID pela opção de Gerenciador de Tags, ele pode vir só com os números, sem o AW-. Algumas plataformas pedem o prefixo, outras não. Olhe o exemplo que a própria plataforma mostra ao lado do campo e siga exatamente o formato dele.
Uma ação por produto
Crie uma ação de compra para cada produto que você anuncia, não uma para a plataforma inteira. O ID continua o mesmo; o que muda é o rótulo. Assim cada campanha aprende com quem compra aquele produto, e o relatório deixa claro de onde veio cada venda. O artigo sobre como marcar as conversões de venda no Google Ads explica por que misturar compradores de ofertas diferentes atrapalha a otimização.
Dica profissional: só crie a conversão depois que a campanha estiver de pé e o anúncio passar pela revisão. Ação criada para produto que você nem chegou a anunciar vira entulho na lista e confunde a escolha de metas mais tarde.
Hotmart: pixel de rastreamento, dentro de Ferramentas
Na Hotmart, o pixel é configurado por produto, numa área de ferramentas, e não na página do produto. Pela central de ajuda da Hotmart, o caminho atual é este:
- Menu lateral, Ferramentas, e depois Ver todas.
- Procure por Pixel de rastreamento.
- Escolha o produto que você promove como afiliado.
- Selecione Google Ads entre as opções de rede.
- Informe o ID de conversão e o rótulo nos campos que a tela pedir e avance.
- Marque os tipos de evento que devem disparar, revise as configurações avançadas e salve.
A própria Hotmart confirma que afiliados podem configurar o pixel deles, separado do pixel do produtor. Para uma ação de compra, o evento que interessa é a venda realizada. Visita à página de pagamento e visita à página do produto são eventos de interesse, não de compra, e misturá-los na mesma ação infla os números.
Outro ponto da ajuda oficial: logo depois de salvar, a conversão costuma aparecer como pendente ou sem atividade no Google Ads. A validação acontece quando chega o primeiro evento real. Status cinza no primeiro dia não prova que a instalação está errada.
Dica profissional: ao configurar mais de um produto na Hotmart, faça um de cada vez e confira o nome do produto selecionado antes de salvar. Colar o rótulo do Produto A no Produto B é o tipo de erro que só aparece semanas depois, quando a campanha de um começa a receber as vendas do outro.
Kiwify: pixels de conversão na configuração do produto
Na Kiwify, o pixel mora dentro do próprio produto, na mesma seção em que se configuram pixels de outras redes. A ajuda da Kiwify sobre o pixel do Google Ads descreve o caminho assim:
- Abra o produto e vá em Editar produto, aba Configurações.
- Desça até a seção Pixels de conversão.
- Clique na aba Google Ads e adicione o pixel com o ID e o rótulo.
- Selecione o momento de disparo que corresponde à ação criada no Google.
A ajuda traz duas regras que poupam retrabalho. A primeira: cada produto aceita até cinco pixels ou eventos de conversão. A segunda: cada evento precisa de uma ação separada no Google Ads. O ID se repete, o rótulo muda, e você configura cada evento à parte na Kiwify.
Na prática, se você criou uma ação de compra, ela deve disparar só no momento de compra aprovada. Marcar também a visita ao checkout na mesma linha faz o Google contar como compra quem apenas abriu a página de pagamento. Se quiser medir a chegada ao checkout, crie outra ação, com outro rótulo, e deixe-a como secundária.
Pix e boleto merecem atenção. Gerar o código ou o documento não é pagamento. Se a tela oferecer disparo na geração do boleto, entenda que isso é intenção de compra, não venda confirmada.
Se você ainda está escolhendo o produto, o pixel é só uma das paradas. O roteiro de como vender na Kiwify como afiliado pelo Google Ads mostra onde ele entra, entre o link da afiliação e a primeira campanha.
Dica profissional: a Kiwify indica a extensão Tag Assistant, do Google, para verificar disparos. Ela ajuda a ver o evento de visita ao checkout, que você consegue provocar sozinho abrindo a página. O evento de compra só aparece numa compra de verdade.
Braip: pixel cadastrado e ligado a uma campanha
A Braip tem um passo a mais, e é nele que muita gente se perde. O pixel não basta: ele precisa estar ligado a uma campanha dentro do produto, e é o link dessa campanha que vai no anúncio. A aula em vídeo deste artigo, logo acima, mostra esse fluxo na tela.
O caminho costuma ser este, dentro do produto que você promove:
- Na área de pixels, cadastre um novo pixel e escolha Google Ads como rede.
- Informe o ID e o rótulo no formato que o campo pede.
- Escolha o momento do disparo. Para compra, é a confirmação da venda, não a abertura do checkout.
- Quando houver escolha de valor, prefira o valor da comissão. Você recebe comissão, não o preço cheio, e mandar o total distorce qualquer leitura de retorno.
- Na área de campanhas, crie uma campanha nova, aponte para a página de vendas e selecione o pixel que acabou de cadastrar.
- Copie o link dessa campanha. É ele que entra no anúncio ou no botão da sua presell.
O sexto passo é o que mais falha. Quem anuncia com o link de afiliado padrão, gerado antes da campanha, manda o comprador por um caminho que não tem o pixel. A venda entra na Braip e não aparece no Google.
No vídeo, o pixel recém-criado demorou a aparecer na lista de seleção da campanha. Se isso acontecer, espere alguns minutos e recarregue a página antes de criar outro pixel igual, ou você acaba com duas configurações da mesma ação.
Como as telas da Braip mudam com frequência, confira os nomes atuais dos menus na central de ajuda ou no suporte da plataforma antes de seguir cada clique.
Dica profissional: se você usa presell, o link da campanha da Braip é o que vai no botão da página, não no anúncio. Se o link de afiliado também passa pelo modelo de acompanhamento, revise como ele está montado no guia sobre modelo de acompanhamento e sufixo de URL final.
Comparação rápida entre as três
A tabela resume onde cada plataforma recebe a conversão. Use como mapa, não como print: nomes de menu mudam, a lógica costuma ficar.
| Hotmart | Kiwify | Braip | |
|---|---|---|---|
| Onde fica | Ferramentas, Pixel de rastreamento | Editar produto, Configurações, Pixels de conversão | Pixels e campanhas do produto |
| Escopo | Por produto | Por produto, até cinco eventos | Por pixel ligado a uma campanha |
| O que informar | ID e rótulo | ID e rótulo | ID e rótulo, momento e valor |
| Evento de compra | Venda realizada | Compra aprovada | Confirmação da venda |
| Cuidado principal | Selecionar o produto certo | Um evento por ação | Anunciar com o link da campanha |
Repare que nenhuma das três pede o código inteiro do Google. Se um tutorial antigo manda colar o snippet na sua página de vendas para a venda da plataforma ser marcada, desconfie. A compra acontece no checkout da plataforma, e é ela quem precisa disparar o aviso.
Se você ainda está escolhendo onde se afiliar, a comparação entre Hotmart e Kiwify para quem anuncia no Google mostra outras diferenças entre as duas, além do pixel.
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Instale em um lugar só
Depois que você descobre que a conversão pode entrar por vários caminhos, aparece a tentação de usar todos ao mesmo tempo, por segurança. Com duas origens ligadas, o relatório começa a mentir.
A mesma compra pode chegar ao Google Ads por pelo menos três origens:
- Pixel nativo da plataforma: o ID e o rótulo configurados na Hotmart, na Kiwify ou na Braip.
- Importação de conversões: uma ferramenta recebe a venda da plataforma por postback e a envia ao Google, ou você sobe um arquivo.
- Tag na sua página: um evento disparado na presell, que mede clique ou visita, nunca a compra.
Se duas dessas origens registram a mesma venda e as duas estão como meta principal da campanha, o Google conta duas compras. O lance passa a acreditar que a campanha vende o dobro, e o CPA do relatório fica bonito e falso.
A regra é simples: escolha uma origem de compra por produto. As outras ficam desligadas para aquele produto ou rebaixadas a secundárias, só para acompanhamento. O guia de conversões primárias e secundárias explica como essa classificação define o que entra na otimização.
Se o painel já mostra mais compras do que a plataforma registrou, o roteiro de conversões duplicadas no Google Ads ajuda a descobrir qual origem está sobrando antes de apagar qualquer coisa.
Dica profissional: mantenha a mesma lógica no nome. Se a ação de compra do Produto X vem do pixel da Kiwify, o nome diz isso. Quando você trocar de origem, crie uma ação nova com o nome novo, em vez de reaproveitar a antiga e misturar o histórico.
Ligue a conversão à campanha certa
Criar a ação e instalar na plataforma não garante que a campanha vai usar essa compra. Por padrão, o Google pode otimizar para todas as ações principais da categoria Compra da conta. Com vários produtos, a campanha do Produto A passaria a aprender também com as vendas do Produto B.
Para evitar isso, a campanha precisa olhar só para a conversão do produto dela. Há duas formas comuns:
- Meta específica da campanha: nas configurações da campanha, em metas, escolha usar metas específicas e selecione apenas a ação daquele produto.
- Meta personalizada: crie uma meta personalizada com o nome do produto, contendo só a ação dele, e aplique na campanha.
Qualquer das duas resolve. O importante é abrir a campanha depois e conferir qual meta está selecionada. Se aparecer a categoria Compra inteira, a separação não aconteceu.
No canal da Equipe NODZ, a aula como instalar o pixel do Google Ads em três passos mostra o exemplo da Hotmart com a meta personalizada ligada à campanha. Ela é de 2024: os menus podem ter mudado, mas a ordem de criar, instalar e ligar continua valendo.
Dica profissional: se a sua conta ainda tem uma meta de conta inteira herdada de testes antigos, retire dela as ações de produtos que você não anuncia mais. Ações esquecidas como principais continuam influenciando os lances.
Como conferir se o pixel está funcionando
A dúvida mais comum vem logo depois: salvou tudo, voltou ao Google Ads e a ação aparece sem atividade. Na maior parte das vezes, isso só quer dizer que nenhuma venda aconteceu ainda.
O jeito seguro de testar segue esta ordem:
- Revise a configuração por escrito. ID com o formato pedido, rótulo da ação certa, produto certo, evento de compra marcado, link certo no anúncio.
- Confira o que dá para provocar. Eventos de visita ao checkout, quando configurados em ações separadas, aparecem no Tag Assistant ao abrir a página de pagamento.
- Espere a primeira venda real. Anote no bloco de notas a data, a hora e o produto da compra registrada na plataforma.
- Procure essa venda no Google Ads. Abra a coluna de conversões filtrando pela ação do produto e pelo período do clique, não só pelo dia da compra.
Não faça compra fictícia, não gere pedido falso e não marque conversão na mão para ver se funciona. Além de sujar o histórico, uma compra inventada ensina o lance a procurar um comprador que não existe.
O atraso também confunde. A venda pode entrar na plataforma num dia e aparecer no Google mais tarde, e o relatório atribui a conversão à data do clique. O artigo sobre atraso nas conversões do Google Ads mostra como ler essa diferença sem concluir que a instalação falhou. Como regra da casa, dê pelo menos um dia entre a venda e a decisão de refazer o pixel.
Se a venda real passou desse prazo e não apareceu, siga o roteiro de quando a venda não aparece no Google Ads. Ele percorre o caminho da plataforma ao relatório e aponta onde a informação parou.
Dica profissional: antes de apagar e refazer, tire uma foto da configuração atual. Se a reinstalação também não funcionar, você tem com o que comparar e consegue mostrar ao suporte o que estava configurado.
Guarde um roteiro por plataforma
Quem promove produtos em mais de uma plataforma repete esse processo muitas vezes. Sem anotação, cada instalação vira uma pesquisa nova por tutorial, e cada tutorial está numa versão diferente da tela.
Monte uma ficha simples, uma linha por produto:
| Campo | O que anotar |
|---|---|
| Produto e plataforma | Nome exato do produto e onde você é afiliado |
| Nome da ação no Google | O nome que você deu, igual ao da lista de conversões |
| Rótulo | Só o rótulo; o ID da conta fica num campo fixo no topo da ficha |
| Onde foi instalado | Caminho de menus usado no dia da instalação |
| Evento marcado | Venda aprovada, visita ao checkout ou outro |
| Link usado no anúncio | Especialmente na Braip: o link da campanha ligada ao pixel |
| Meta na campanha | Qual meta específica ou personalizada foi aplicada |
| Primeira venda conferida | Data da venda na plataforma e data em que apareceu no Google |
A última linha é a que mais ajuda depois. Ela prova que aquele produto tem medição validada. Quando a ficha tem a primeira venda conferida em branco, você sabe que ainda está otimizando no escuro.
Guardar o caminho de menus também ajuda quando a plataforma muda de tela. Você percebe a mudança na hora, em vez de achar que errou alguma coisa.
Dica profissional: se você trabalha com estrutura própria de afiliado, coloque na mesma ficha o domínio da presell usada por cada produto. Quando for trocar de página, você sabe qual link de campanha precisa ir no botão novo.
Quando o pixel nativo não basta
O pixel da plataforma resolve bem o caso básico: um produto, uma plataforma, venda aprovada marcada. Ele começa a apertar em três situações.
A primeira é a plataforma que não tem campo para o Google Ads, o que acontece com várias redes, principalmente fora do Brasil. A segunda é a operação com muitos produtos em várias plataformas, cada uma com tela, regra e limite diferentes. A terceira é o reembolso: o pixel avisa a compra, mas não desfaz a conversão quando o dinheiro volta.
Nesses casos, o caminho costuma ser a importação. A plataforma avisa a venda por postback, uma ferramenta guarda o dado e o Google busca as conversões numa programação definida.
O Super Pixel é a ferramenta da NODZ para esse fluxo. Ele recebe as vendas das plataformas de afiliados compatíveis por postback e envia as conversões ao Google Ads pela API oficial, inclusive de redes sem pixel de conversão nativo. A configuração também é feita por produto, com o nome da conversão idêntico no Super Pixel e no Google Ads.
Se escolher esse caminho para um produto, a regra da seção anterior vale com mais força: desligue o pixel nativo daquele produto na plataforma ou deixe a ação dele como secundária. A importação e o pixel nativo marcando a mesma compra na mesma meta são exatamente a duplicação que você quer evitar. Os recursos completos estão no guia o que é o Super Pixel.
Dica profissional: comece pelo pixel nativo se você está no primeiro produto e quer aprender o fluxo. Quando a ficha da seção anterior passar de alguns produtos e a conferência começar a tomar tempo, reavalie a origem da conversão.
Erros que mais travam a instalação
A maioria dos casos de pixel que não marca cai em poucas causas. Antes de refazer tudo, passe por esta lista.
Código colado no lugar errado
Colar o snippet inteiro no cabeçalho da presell não marca a venda da plataforma. A página que você controla não vê a compra. O ID e o rótulo vão no campo da plataforma, e a tag da sua página serve para outros eventos.
ID e rótulo trocados ou incompletos
Faltou o AW- onde o campo pede, sobrou espaço no fim do rótulo, ou o rótulo é de outra ação. Copie do snippet do evento, cole num bloco de notas e confira caractere por caractere com o exemplo da plataforma.
Evento errado marcado
Visita ao checkout marcada como compra infla a coluna e ensina o lance a buscar quem só abre a página de pagamento. Para a ação de compra, só a venda aprovada.
Instalado em dois lugares
Pixel nativo e importação, ou duas linhas na mesma plataforma, enviando a mesma venda para ações principais. O relatório mostra o dobro e você só descobre comparando com a plataforma.
Link do anúncio fora do caminho do pixel
Comum na Braip: o pixel está na campanha, mas o anúncio leva ao link padrão. Na dúvida, abra o link do anúncio, siga até o checkout e confira se é o link da campanha.
Sem teste nenhum
Instalou, nunca conferiu, e três semanas depois descobre que a campanha otimizou só para clique. Se você ainda está montando a primeira, o guia da primeira campanha de pesquisa para afiliado mostra onde a medição entra no planejamento.
Conclusão: o código é o mesmo, a porta muda
Instalar o pixel do Google Ads como afiliado é menos sobre código e mais sobre colocar dois dados no lugar certo. O Google Ads é igual para todas as plataformas: uma ação de compra por produto, ID e rótulo tirados do snippet do evento.
O que muda é a porta. Na Hotmart, Ferramentas e Pixel de rastreamento. Na Kiwify, a configuração do produto, um evento por ação. Na Braip, o pixel ligado a uma campanha e o link dessa campanha no anúncio.
Depois de instalar, escolha uma origem por venda, ligue a ação à campanha certa e confira com a primeira compra real, respeitando o atraso. Anote tudo numa ficha por produto. Na próxima instalação, você segue a sua anotação, e o tutorial de outra pessoa fica só para conferir o que mudou na tela.
Perguntas frequentes
Onde fica o ID e o rótulo de conversão no Google Ads?
Na ação de conversão, na parte de configuração da tag, aparece o snippet do evento com um trecho send_to. O que vem antes da barra é o ID de conversão, com AW-, e o que vem depois é o rótulo daquela ação.
Preciso colar o código inteiro do Google na Hotmart ou na Kiwify?
Não. As duas pedem só o ID e o rótulo em campos próprios. A plataforma monta o disparo no checkout dela. Colar o código inteiro na sua presell não substitui essa configuração, porque a compra não acontece na sua página.
Posso usar o mesmo ID de conversão em vários produtos?
O ID é da conta e se repete. O rótulo é que identifica a ação. Para cada produto ter os próprios dados, crie uma ação de compra por produto e use o rótulo correspondente em cada um.
Na Braip, por que o pixel não marcou a venda?
Uma causa comum é anunciar com o link de afiliado padrão em vez do link da campanha ligada ao pixel. Confira se o pixel está selecionado na campanha e se o anúncio leva a esse link.
Quanto tempo esperar antes de achar que o pixel falhou?
A ação costuma ficar sem atividade até a primeira conversão real, e a coluna pode demorar a atualizar. Use a venda registrada na plataforma como referência e dê pelo menos um dia antes de refazer a instalação.
Fonte: Equipe NODZ: como instalar o pixel do Google Ads na Braip