Conversão de checkout no Google Ads: como dar sinal antes das primeiras vendas
Você subiu a campanha, os cliques chegam e a venda não vem. Pelo menos não ainda. O problema é que, enquanto ela não vem, o Google Ads também não aprende nada sobre quem compra o seu produto. Ele enxerga cliques, e clique sozinho diz pouco. É o famoso ovo e a galinha do afiliado: para vender mais, o Google precisa de vendas, e para ter vendas, ele precisa saber para quem mostrar o anúncio.
Este guia mostra como sair desse impasse marcando etapas anteriores à compra como conversões: o clique na presell e a chegada ao checkout. Você vai entender o que cada sinal diz, por que o valor deles deve ser zero, como o Google usa cada ação, quando desligar o clique e quais erros fazem esse atalho virar armadilha.
Principais conclusões
| Ponto | Detalhes |
|---|---|
| Sinal intermediário encurta a espera | Clique na presell e chegada ao checkout acontecem muito mais vezes que a compra. Marcar essas etapas dá ao Google exemplos de gente interessada enquanto as vendas ainda são poucas. |
| Valor zero mantém a conta honesta | Clique e checkout não geram comissão. Com valor zero, receita e retorno no painel continuam vindo só das vendas reais. |
| O clique na presell é temporário | Ele serve para tirar a campanha do zero. Quando o produto passa a vender todo dia, a orientação do canal NODZ é desligá-lo e deixar a compra liderar. |
| Cada produto com a sua conversão | Misturar produtos numa ação só mistura compradores diferentes. O Google passa a procurar um perfil que não existe. |
Por que o Google não aprende sem vendas
O Google Ads otimiza para o que você diz que é conversão. Se nada está marcado, ele só enxerga clique. Se só a compra está marcada e ela ainda não aconteceu, ele continua sem exemplos de comprador.
Para o afiliado, isso pesa mais. A compra acontece no checkout do produtor, numa página que você não controla. Quem ainda não resolveu essa parte deve começar pelo guia de como marcar conversões de venda como afiliado. Este artigo parte do ponto seguinte: a venda já está marcada, mas ainda é rara.
E rara ela é, no começo. Entre o clique no anúncio e a compra existem várias etapas. A pessoa precisa:
- abrir a sua presell e ler o suficiente para confiar;
- clicar no botão que leva à oferta;
- chegar à página do produtor ou direto ao checkout;
- preencher os dados e pagar.
Cada etapa perde gente. Por isso, juntar compras suficientes para o Google formar um perfil pode demorar, e a verba do teste vai embora enquanto isso.
Quando a campanha começa sem nenhum histórico, é comum usar uma estratégia focada em cliques para gerar tráfego. A comparação entre maximizar cliques e CPA desejado explica essa escolha. O ponto aqui é outro: o que fazer para que esse tráfego já ensine alguma coisa.
Dica profissional: antes de pensar em sinal intermediário, faça uma compra de teste ou confira uma venda real atravessando todo o caminho até o Google Ads. Sinal novo em cima de compra quebrada só esconde o defeito.
Os três sinais que você pode dar ao Google
Pense no caminho do visitante como degraus. Cada degrau que ele sobe mostra um pouco mais de intenção. Um curioso, um robô ou alguém que clicou por engano raramente passa do primeiro.
| Sinal | O que aconteceu | O que ele diz ao Google | Frequência |
|---|---|---|---|
| Clique na presell | O visitante clicou no seu link para a oferta | Leu a página e quis ver mais | Alta |
| Chegada ao checkout | O visitante abriu a página de pagamento | Considerou comprar de verdade | Média |
| Compra | A plataforma confirmou a venda | É exatamente este o cliente | Baixa |
Os três não competem entre si. Eles descrevem a mesma pessoa em momentos diferentes. Se alguém clica na presell, chega ao checkout e compra, gerou três registros, cada um com um significado.
A lógica do sinal intermediário é simples. Se o Google recebe muitos exemplos de quem clicou na presell, ele passa a procurar mais gente parecida. Mais gente desse tipo clicando significa mais gente chegando ao checkout. Mais gente no checkout tende a virar mais compras, que são o sinal mais forte de todos.
O canal Equipe NODZ tem uma aula inteira sobre essa sequência, que é o vídeo principal deste artigo. Para ver a ferramenta funcionando, com o critério de link e a configuração do pixel na tela, assista também a Super Pixel na prática.
Dica profissional: desenhe o caminho do seu produto antes de marcar qualquer coisa. Anúncio, presell, página do produtor ou checkout direto, pagamento. Só dá para marcar o degrau que existe no seu caminho.
Clique na presell: o primeiro degrau
O clique na presell é o sinal mais fácil de conseguir e o que mais acontece. Ele mede quem saiu da sua página em direção à oferta. Quem ainda está montando a página pode ver o que é e como funciona no artigo sobre presell para afiliado.
Para marcar esse clique, a ferramenta precisa saber qual link conta. No Super Pixel, isso é feito com um critério de endereço: por exemplo, todo link que contém a palavra da plataforma, como os links de afiliado que levam o nome da plataforma no endereço. Quando alguém clica num link que atende ao critério, a conversão é registrada.
O critério merece cuidado. Ele precisa pegar o botão da oferta e nada mais. Confira:
- se a página tem outros links que contenham a mesma palavra, como um rodapé ou uma política;
- se todos os botões da oferta usam o mesmo formato de link;
- se o link foi trocado depois que o critério foi criado;
- se, num teste, um único clique gera um único registro.
Esse clique também conta outra história, útil para diagnóstico. Se a página recebe visitas e quase ninguém clica, o problema está na página antes de estar na campanha. A leitura da taxa de fuga da presell ajuda a separar quem sai sem ler de quem lê e não se convence.
Dica profissional: abra a presell numa janela anônima, clique em cada link da página e veja quais viraram conversão no painel. Se o link da política de privacidade conta como clique na oferta, o critério está largo demais.
Chegada ao checkout: o sinal mais perto da compra
A chegada ao checkout acontece quando o visitante abre a página de pagamento. Ele ainda pode desistir, mas já mostrou uma intenção que o clique na presell não garante.
Aqui existe um limite técnico que o afiliado precisa conhecer. O checkout é do produtor. Você não cola código nele. Por isso, essa marcação depende de a plataforma informar a chegada ao checkout para a sua ferramenta de rastreamento. Nem toda plataforma faz isso, e a disponibilidade pode mudar com o tempo.
Antes de contar com esse sinal, verifique no painel da ferramenta se a sua plataforma aparece com a informação de checkout. Se aparecer, faça um teste: clique no seu link, chegue ao checkout sem pagar e veja se o registro surge.
Quando o sinal de checkout existe, ele costuma ser o mais valioso do começo. Ele acontece menos que o clique na presell, mas fica muito mais perto da compra. Pessoas que chegam ao pagamento se parecem mais com compradores do que pessoas que apenas clicaram num botão.
Se os cliques chegam e ninguém alcança o checkout, a questão é outra. O guia sobre cliques sem chegada ao checkout mostra onde o visitante para entre o anúncio, a presell e a oferta.
Dica profissional: registre a data em que você ligou cada sinal. Quando olhar o histórico semanas depois, você vai saber se uma mudança no volume de conversões veio da campanha ou do sinal novo.
Por que o valor desses sinais deve ser zero
Toda conversão pode carregar um valor. Na compra, o valor é a sua comissão. No clique e no checkout, não existe dinheiro nenhum. Por isso a orientação da NODZ é deixar o valor dessas duas conversões em zero.
O motivo é a leitura do painel. Segundo a ajuda do Google Ads sobre valores de conversão, esse valor serve para medir o retorno do investimento e alimenta estratégias como Maximizar o valor da conversão e ROAS desejado. Se o clique na presell entra com algum valor, a coluna de receita mistura dinheiro real com dinheiro imaginário.
Veja o que acontece em cada caso:
| Situação | O que o painel mostra | Problema |
|---|---|---|
| Clique e checkout com valor zero | Valor de conversão igual à soma das comissões | Nenhum |
| Clique com um valor qualquer | Receita maior que as comissões reais | Retorno parece melhor do que é |
| Clique com o valor da comissão | Cada clique parece uma venda | Decisões tomadas em cima de vendas que não existem |
Existe um detalhe que pega muita gente. Valor zero não tira o sinal do lance. Numa estratégia que busca o maior número de conversões, uma ação principal conta como conversão mesmo valendo zero. O valor zero protege a leitura de receita e retorno, não o lance.
Por isso o sinal intermediário é uma decisão consciente. Você está dizendo ao Google: por enquanto, traga gente que clica e que chega ao checkout. Isso ajuda no começo e precisa de uma data para mudar.
Dica profissional: some as comissões da plataforma na semana e compare com o valor de conversão do Google Ads no mesmo período, considerando o atraso de envio. Se o Google mostra mais dinheiro que a plataforma, algum sinal intermediário está com valor.
Como o Google usa cada ação: principal ou secundária
Marcar o evento é metade do trabalho. A outra metade é decidir como o Google Ads vai tratar cada ação. A ajuda oficial sobre ações principais e secundárias define assim:
- Ação principal: aparece na coluna Conversões e é usada para dar lances, quando a meta da qual ela faz parte é usada nos lances da campanha.
- Ação secundária: serve só para observação. Aparece em Todas as conversões e não entra no lance, exceto quando faz parte de uma meta personalizada.
Na prática, um sinal intermediário só ensina o Google se estiver como principal numa meta usada pela campanha. Como secundário, ele vira um registro de acompanhamento: útil para você ler o funil, sem efeito no lance.
Isso abre um caminho intermediário que muita gente esquece. Em vez de apagar o clique na presell quando ele não for mais necessário, você pode passá-lo para secundário. O lance deixa de olhar para ele, e você continua vendo quantas pessoas clicam na oferta.
A mesma página do Google alerta para um efeito colateral. Mudanças frequentes em metas de conversão durante a fase de aprendizado dos lances inteligentes atrapalham a otimização. Troque o papel de uma ação de uma vez, anote a data e espere antes de mexer de novo. O artigo sobre quanto mexer na campanha em cada fase ajuda a calibrar essa espera.
Para entender a fundo o risco de um clique ocupar o lugar da compra no relatório, leia conversões primárias e secundárias no Google Ads. Lá está o diagnóstico de quando isso acontece sem querer.
Dica profissional: em Metas, no Resumo de conversões, confira se cada ação aparece como principal ou secundária. Faça isso logo depois de criar o sinal e de novo depois de qualquer mudança. É uma conferência de um minuto.
Quando desligar o clique na presell
O clique na presell é a rodinha da bicicleta. Ajuda a começar, mas atrapalha quem já pedala sozinho. Enquanto ele estiver como principal, o Google continua procurando gente que clica, mesmo quando já tem compradores de verdade para copiar.

A orientação do canal Equipe NODZ é desligar o clique na presell quando o produto chega a duas ou três vendas por dia. Nesse ponto, as compras já dão ao Google um retrato mais exato do cliente do que qualquer clique.
Trate esse número como referência de trabalho, não como regra do Google. Um produto com comissão alta e poucas vendas diárias pode justificar outra leitura. O que importa é a direção: quanto mais compras reais entram, menos sentido faz o Google aprender com cliques.
Alguns sinais de que chegou a hora:
- as compras aparecem todos os dias, não em dias soltos;
- o número de conversões no Google é muito maior que o de vendas na plataforma, puxado pelos cliques;
- o custo por conversão parece ótimo, mas o custo por venda não acompanha;
- a campanha já está numa meta de custo que você calculou com base na comissão.
E o checkout? Ele fica mais perto da compra, então pode continuar ajudando por mais tempo. A decisão é a mesma: quando as compras sustentam a campanha, avalie passar o checkout para secundário e deixar a compra liderar sozinha.
Dica profissional: faça a troca num dia de rotina, nunca no mesmo dia em que mudou orçamento ou meta. Uma mudança por vez é o único jeito de saber o que causou o que veio depois.
Uma conversão por produto, nunca uma para tudo
Esse é o erro que mais estraga o trabalho de sinal. O afiliado cria uma conversão só, com o nome da plataforma, e usa em todos os produtos. Para o Google, todo mundo que converte vira um único perfil.
Imagine um curso de tricô e um curso de instalação de ar-condicionado na mesma ação de conversão. São públicos diferentes, com interesses diferentes. Misturados, o Google procura uma média entre os dois que não compra nenhum.
Com sinal intermediário, o estrago aumenta. Cliques acontecem em volume, então um produto com muito tráfego domina o perfil e contamina a campanha do outro.
A regra é a mesma do pixel de compra: uma conversão por produto, com o nome do produto. Se você promove mais de um produto na mesma conta, cada campanha deve otimizar para a conversão do seu produto.
| Formato | O que o Google aprende | Resultado |
|---|---|---|
| Uma conversão por plataforma | Uma mistura de compradores de vários nichos | Perfil confuso, anúncio para a pessoa errada |
| Uma conversão por produto | O perfil de quem se interessa por aquele produto | Busca de pessoas parecidas com quem converte nele |
Se uma venda aparece duas vezes ou no produto errado, o guia de conversões duplicadas no Google Ads ajuda a achar a origem.
Dica profissional: use o mesmo padrão de nome para tudo do mesmo produto. Nome do produto na conversão de compra, no clique e no checkout. Na hora de ler o relatório, você filtra pelo nome e vê o funil inteiro de uma vez.
Como configurar os sinais com o Super Pixel
Para o afiliado, o desafio é fazer a informação atravessar do lado de fora até o Google Ads. A compra acontece na plataforma, o clique acontece na sua página e o checkout acontece no produtor.
O Super Pixel é a ferramenta da NODZ que junta essas três pontas. Ele recebe as vendas das plataformas de afiliado por postback, mede o que acontece na sua página por um script e envia as conversões ao Google Ads pela API oficial, sem planilha manual.
A ordem de configuração, resumida:
- Configuração da conta: copie a URL de carregamento do Super Pixel e cadastre no Google Ads uma programação de carregamento. Isso é feito uma vez por conta ou por MCC.
- Plataforma conectada: ligue a plataforma de afiliados por postback, seguindo o tutorial dela dentro do painel.
- Pixel do produto: crie um pixel por produto, com o nome do produto e o endereço da sua página, e a ação de conversão de compra no Google Ads com nome idêntico.
- Sinais intermediários: no mesmo pixel, acrescente o clique na presell com o critério de link e o valor zero; e o checkout, se a sua plataforma informar essa etapa.
- Script na página: cole o script do Super Pixel no campo de código do cabeçalho da sua presell ou página clonada.
- Teste: visite a página, clique no link e confira os registros no painel.
O passo a passo completo de cada tela está no guia do Super Pixel, que explica a ferramenta recurso por recurso. No canal, a aula de marcação de conversões do zero mostra a configuração da compra antes das conversões avançadas.
Lembre que o envio ao Google segue a programação de carregamento. A conversão pode aparecer no painel da ferramenta antes de aparecer no Google Ads. O texto sobre atraso nas conversões do Google Ads explica como ler essa diferença.
Um detalhe que poupa retrabalho: o painel do Super Pixel também mostra o funil por produto, da visita ao clique e ao checkout, e qual palavra-chave levou até o checkout ou à compra. É a forma mais rápida de ver se o sinal intermediário está trazendo gente que avança ou só gente que clica.
Dica profissional: se a presell foi feita no Super Presell Ultimate, o script entra nas opções de rastreamento da própria página. Cole, salve e abra a página publicada para conferir se o registro de visita aparece.
Erros que transformam o atalho em armadilha
O sinal intermediário funciona bem quando é tratado como andaime. Os problemas aparecem quando ele vira parte permanente da obra ou quando é montado torto.
Atribuir valor ao clique na presell. O painel passa a mostrar receita que não existe. Você acha que a campanha paga a conta, aumenta a verba e descobre o rombo só no extrato da plataforma.
Manter o clique ligado depois das vendas. O Google continua procurando quem clica, quando já poderia procurar quem compra. As conversões sobem, o custo por conversão cai, e as vendas não acompanham.
Usar a mesma conversão para vários produtos. Os perfis se misturam e o Google procura uma pessoa que não existe. Com o volume dos cliques, o produto mais visitado dita o perfil de todos.
Ler conversão como venda. Com sinais intermediários ligados, a coluna Conversões não é mais a contagem de vendas. Para decidir dinheiro, olhe a ação de compra separadamente ou a plataforma.
Ligar e desligar toda semana. Cada troca de papel numa meta de conversão mexe no aprendizado. Escolha a data, faça a mudança e dê tempo para a campanha se ajustar.
Quando a campanha sai do vermelho de vez, os próximos passos mudam. O guia de CPA desejado para afiliado ajuda a definir a meta quando a compra já é o sinal principal.
Dica profissional: crie no Google Ads uma coluna personalizada, ou um segmento por ação de conversão, que mostre só as compras. Você deixa de depender da coluna geral para saber quantas vendas a campanha trouxe.
Exemplo: do zero ao sinal de compra
Um caso hipotético, com números ilustrativos, para ver a sequência inteira. Lúcia é afiliada de um curso fictício de jardinagem em apartamento, o Varanda Viva. Ela montou uma presell, uma campanha de Pesquisa e a conversão de compra no Super Pixel.
Nas primeiras semanas, a campanha recebe cliques, algumas pessoas clicam na oferta, poucas chegam ao checkout e as vendas são esporádicas. O Google não tem exemplos de comprador suficientes para formar um perfil.
Ela decide ligar os sinais intermediários:
| Etapa | O que Lúcia fez | Valor | Papel no Google Ads |
|---|---|---|---|
| Compra | Já estava marcada | Comissão | Principal |
| Checkout | A plataforma informa essa etapa, então ligou | Zero | Principal |
| Clique na presell | Critério de link com a palavra da plataforma | Zero | Principal |
Antes de ligar, ela clicou em todos os links da presell numa janela anônima e confirmou que só o botão da oferta virava conversão. Anotou a data da mudança e não mexeu em orçamento naquela semana.
Com o tempo, as compras passam a aparecer todos os dias. Quando o produto chega à faixa que o canal recomenda, Lúcia passa o clique na presell para secundário. Ela continua vendo quantas pessoas clicam na oferta, mas o lance deixa de olhar para isso.
Algumas semanas depois, com a compra estável, ela repete o processo com o checkout. A campanha passa a otimizar só para a venda, que agora tem exemplos de sobra.
O que torna o exemplo útil não são os números, mas a ordem. Compra marcada primeiro, sinais com valor zero, teste antes de ligar, uma mudança por vez e uma data para desligar cada andaime.
Dica profissional: anote numa planilha simples, por produto, a data em que cada sinal foi ligado, passado para secundário ou desligado. Esse histórico vale ouro quando você abrir o segundo produto e quiser repetir o que deu certo.
Conclusão
Sem vendas, o Google Ads anuncia no escuro. O clique na presell e a chegada ao checkout acendem algumas luzes no caminho: acontecem com mais frequência que a compra e mostram ao Google quem está interessado de verdade.
O atalho tem regras. Valor zero para manter receita e retorno honestos. Uma conversão por produto para não misturar perfis. Principal enquanto for necessário, secundário ou desligado quando a compra puder liderar. E uma mudança por vez, com data anotada.
Se as vendas já existem na plataforma e não aparecem no painel, o problema vem antes de qualquer sinal intermediário. Comece pelo texto sobre por que a venda não aparece no Google Ads e só depois volte para cá.
Perguntas frequentes
Posso marcar a chegada ao checkout como conversão no Google Ads sendo afiliado?
Pode, desde que a sua ferramenta de rastreamento receba essa informação da plataforma. O checkout é do produtor, então a marcação depende da integração, não de um código colado na página dele.
Que valor colocar na conversão de clique na presell?
Zero. O clique não gera dinheiro, e qualquer valor ali infla a receita e o retorno mostrados no painel. A conversão de compra é a única que deve levar o valor da comissão.
Quando desligar o clique na presell como conversão?
A orientação do canal NODZ é desligar quando o produto chega a duas ou três vendas por dia. É uma referência de trabalho, não uma regra do Google, e a mudança deve ser feita de uma vez, seguida de alguns dias de espera.
Conversão com valor zero deixa de contar para o lance?
Não. Numa estratégia que busca mais conversões, a ação principal conta como conversão mesmo com valor zero. O valor zero protege a leitura de receita e retorno, não tira o evento do lance.
Preciso marcar as três conversões ao mesmo tempo?
Não é obrigatório, mas elas trabalham juntas. A compra é a base. Checkout e clique entram para dar volume no começo e saem, ou ficam só em observação, quando a compra já sustenta a campanha.
Fonte: Equipe NODZ: 3 conversões que fazem o Google vender por você