Pular para o conteúdo
Afiliado na Prática
Google Ads

Sitelinks no Google Ads para afiliados: como escolher os destinos

Por Equipe Nodz · · atualizado em · 2.451 palavras · 12 min de leitura

Fichário aberto com abas lilás, verde e marfim, com um cursor preto selecionando a aba lilás sobre fundo amarelo.

O anúncio apresenta uma oferta, mas um dos links adicionais leva a outra. Esse erro pode passar despercebido quando você confere apenas o título e a página principal da campanha.

Os sitelinks precisam da mesma revisão que o anúncio. Veja como escolher destinos úteis, separar ofertas e interpretar os cliques sem confundir um recurso cadastrado com uma visita ao conteúdo certo.

Principais conclusões

Ponto Detalhes
Cada link precisa de um destino útil Escolha o conteúdo que ajuda o visitante e escreva um rótulo fiel ao que a página entrega. Não crie páginas vazias apenas para preencher recursos.
Revise os níveis da conta Sitelinks de conta, campanha e grupo podem ser elegíveis juntos na mesma ramificação. Uma oferta específica não deve herdar links de outro produto.
Cadastro não garante exibição Status, associação e contexto de veiculação afetam os recursos. Confira também sitelinks dinâmicos antes de concluir que todo link exibido foi criado manualmente.
Leia o tipo de clique O relatório de recursos pode incluir cliques no título do anúncio. Segmente por tipo de clique antes de atribuir visitas e resultados a um sitelink.
Presell Review ou Presell Cookie Qual Usar no Google Ads? — canal Equipe NODZ

Comece pelo destino, não pelo espaço extra no anúncio

Um sitelink é um link adicional do anúncio que leva a um conteúdo específico. Para quem anuncia como afiliado, ele cria outra entrada na jornada, além do clique no título principal.

A documentação de sitelinks do Google Ads explica o recurso e seu cadastro. Este guia se concentra em campanhas de Pesquisa; não transfira automaticamente as orientações de formato para outros tipos de campanha.

O primeiro teste é simples: leia o rótulo sem olhar a página. O que você espera encontrar? Depois abra o destino. Se a resposta não estiver ali, o sitelink ainda não está pronto.

“Conteúdo do curso” pede uma explicação das aulas. “Materiais necessários” pede uma lista do que o aluno precisa. Um botão de compra, sozinho, não responde a nenhuma dessas dúvidas.

Também não confunda esse cadastro com SEO. Os sitelinks dos resultados orgânicos são escolhidos pelos sistemas da Pesquisa. Adicionar um recurso no Google Ads não configura aqueles links nem garante que eles aparecerão.

Uma conta com várias ofertas exige separar os caminhos

Considere uma situação hipotética: a mesma conta anuncia um curso de desenho e uma formação de jardinagem. Os anúncios principais estão corretos, mas existe um sitelink de materiais de jardinagem associado à conta.

Quem revisa só o anúncio de desenho pode não notar o problema. O recurso compartilhado continua sendo um candidato a acompanhar campanhas para as quais não faz sentido.

A regra prática é perguntar se o destino atende todas as ofertas que podem usá-lo. Se a resposta for não, ele precisa ficar restrito às campanhas ou aos grupos pertinentes.

Faça um inventário antes de escrever novos textos. Para cada recurso existente, registre o rótulo, o URL completo, a oferta atendida e onde está associado. Abra também os links que parecem conhecidos.

Não reutilize um recurso apenas porque o nome é genérico. “Perguntas frequentes” pode esconder uma página de outro produto. É o conteúdo do destino que determina se o reaproveitamento é adequado.

Esse cuidado começa antes da campanha. A escolha de uma oferta para anunciar inclui conferir as permissões do produtor. Um link adicional não cria autorização que a afiliação não concedeu, como explica o guia sobre produtor que proíbe anunciar a marca. No canal da Equipe NODZ, explicamos se a presell cookie ainda funciona no Google Ads, o que ajuda a decidir para onde cada link deve levar.

Transforme dúvidas reais em destinos que você consegue manter

Liste as perguntas que alguém precisa resolver antes de avançar. Depois marque quais já têm resposta publicada, quais precisam de revisão e quais você ainda não consegue sustentar com informação oficial.

Para um curso hipotético de desenho, a lista poderia incluir conteúdo das aulas, materiais exigidos e público indicado. Não transforme essa sugestão em uma fórmula obrigatória para qualquer oferta.

Use uma tabela de trabalho curta:

Dúvida O que conferir antes do link
O que vou estudar? Programa atual das aulas explicado na página
Que material usar? Lista de materiais confirmada pelo produtor
Serve para meu nível? Público indicado e requisitos de entrada
Quem pode ajudar? Canal de contato que realmente atende a oferta

Ao lado de cada dúvida, marque uma decisão: pronto, revisar ou aguardar informação. Se o produtor não confirmou um requisito, deixe a pendência registrada e não anuncie uma resposta presumida.

Pense também na manutenção. Uma página com informações estáveis exige uma revisão diferente de uma página que depende de condições temporárias. Quem opera a campanha precisa saber quando o texto deixou de ser verdadeiro.

Não escolha um destino só porque ele existe. Termos de uso e política de privacidade têm sua função no site, mas preencher o anúncio com páginas pouco relacionadas à dúvida de compra pode produzir uma navegação confusa.

Prefira um conjunto que você consiga explicar e revisar. Acrescentar variações de “saiba mais” sem mudar a utilidade do destino não resolve a falta de conteúdo.

Escreva rótulos específicos, sem inventar uma oferta melhor

A referência técnica do recurso de sitelink define texto de até 25 caracteres e duas descrições de até 35 caracteres cada. Quando usar descrições, preencha as duas com informações complementares.

Os limites servem para editar a frase, não para esconder uma condição importante. Se uma chamada só parece atraente depois que você retira uma restrição, troque a chamada.

Um exemplo hipotético, que só deve ser usado quando a página realmente trouxer esse conteúdo:

Campo Exemplo
Texto do sitelink Conteúdo das aulas
Descrição inicial Veja os temas de cada módulo
Descrição complementar Confira o programa antes de começar

O texto informa o destino. As descrições explicam a utilidade. Nenhum campo promete renda, domínio de uma habilidade em prazo fixo ou resultado que a página não possa demonstrar.

Evite também se apresentar como produtor ou suporte oficial quando essa não é sua função. “Site oficial” não é um enfeite para aumentar o clique: a expressão cria uma expectativa sobre quem administra o destino.

As políticas específicas de sitelinks proíbem repetir o mesmo texto em recursos diferentes, mesmo com destinos distintos. Também restringem pontuação usada apenas para chamar atenção e exigem relação clara entre texto e conteúdo.

Leia todos os rótulos juntos. Você consegue distinguir a tarefa de cada um sem abrir os links? Se duas chamadas significam a mesma coisa, revise a diferença antes de cadastrar outra opção.

Não copie condições comerciais da memória. Uma informação confirmada no lançamento pode ter mudado. Se você não consegue manter uma afirmação atualizada, escreva um rótulo menos dependente dela.

Confira o domínio e a página que realmente abre

A regra geral da política de URLs em sitelinks é usar o mesmo domínio do URL final do anúncio. Existem exceções específicas para terceiros; elas não autorizam qualquer link externo de afiliado.

Se o anúncio leva à sua presell, não presuma que todos os links adicionais podem apontar para o checkout do produtor. Confira o caso concreto na política e nas condições da oferta.

O teste deve acompanhar o endereço até a página final. Um URL aparentemente correto pode redirecionar para outro conteúdo. Registre o destino encontrado, não só o endereço que você colou no campo.

No celular, faça a visita sem depender da sessão de administrador. Confira se o título identifica a oferta e se a informação prometida está acessível. Depois use o botão que leva à próxima etapa.

Os requisitos de destino do Google Ads tratam de funcionamento, acesso, navegação e conteúdo original. Criar páginas quase vazias apenas para encaminhar a pessoa a outro site não resolve essa revisão.

Para conferir quais páginas realmente recebem os cliques, use o relatório de páginas de destino; se um endereço não abre, o roteiro de destino que não funciona ajuda a testar. Se você tem apenas uma presell curta, não fabrique vários endereços para dar aparência de variedade. Primeiro decida se há conteúdo útil suficiente para sustentar entradas diferentes.

Uma alteração de parâmetros também não cria conteúdo novo. Dois endereços tecnicamente diferentes podem abrir exatamente a mesma página, sem atender a diferença prometida pelos rótulos.

Na etapa de construção, o Super Presell Ultimate pode ajudar a criar e editar a presell. O plugin da NODZ tem editor próprio, mas a revisão do conteúdo e dos links continua com quem anuncia.

Não trate a geração da página como aprovação do Google. Abra o resultado, confronte as informações com a oferta atual e corrija o que não puder ser sustentado.

Revise a hierarquia antes de salvar uma associação

Segundo a documentação da hierarquia, sitelinks de conta, campanha e grupo de anúncios podem ser elegíveis juntos na mesma ramificação. Cadastrar no grupo não elimina automaticamente os recursos dos níveis superiores.

No exemplo das duas formações, um conteúdo exclusivo de desenho não pertence ao nível da conta inteira. Escolha o nível em que a informação continua verdadeira para todas as campanhas ou grupos abrangidos.

Antes de reutilizar um recurso, confira suas associações. Editar um recurso compartilhado pode aplicar a mudança a outros lugares que também o utilizam, conforme o mesmo guia oficial.

Anote a intenção da mudança em linguagem comum: “Este destino atende apenas ao curso de desenho”. Compare a frase com os nomes das campanhas e dos grupos selecionados. Essa conferência costuma ser mais clara do que confiar na lembrança do cadastro.

Se outra oferta precisa de texto ou destino diferente, prepare um recurso próprio para ela. Evite corrigir o produto atual à custa de alterar silenciosamente o caminho usado por outra campanha.

Pastas lilás e verde com cartões separados por cor, com um cursor junto de um cartão lilás deslocado para perto da pasta verde.

Confira a qual oferta cada destino pertence antes de compartilhar o recurso entre campanhas.

Cadastre e reabra o recurso para conferir o resultado

O fluxo documentado começa em Campanhas, Recursos, botão de adição e Sitelink. Escolha o nível em “Adicionar a”, crie ou reutilize o recurso, preencha os campos e salve.

Os nomes da interface podem mudar. Use a instrução oficial de criação e edição como referência, sem substituir a conferência da conta que está aberta.

Depois de salvar, reabra a associação e faça uma revisão curta:

  1. O recurso está na campanha ou no grupo planejado?
  2. O rótulo e as descrições são os que você revisou?
  3. O URL abre a página correta, inclusive no celular?
  4. Há programação que limite a exibição sem necessidade?
  5. O status ou os detalhes da política pedem alguma correção?

Se encontrar uma reprovação, leia o motivo antes de editar. Um problema de destino não se resolve trocando uma palavra no rótulo. Corrija a causa correspondente e siga o procedimento de revisão disponível na conta.

Guarde o estado anterior quando alterar um recurso em uso. Uma anotação com URL, associação e motivo facilita desfazer uma mudança ruim sem reconstruir a configuração de memória.

Nem todo sitelink foi escrito manualmente pelo anunciante. Os sitelinks dinâmicos podem ser criados pelo Google e aparecer junto dos manuais ou no lugar deles.

Na página de Recursos, a documentação orienta filtrar por “Adicionado por” e “IA do Google”. Isso ajuda a identificar a origem antes de culpar a edição mais recente.

Abra cada destino inesperado. Verifique se pertence à oferta, se continua disponível e se responde ao texto exibido. Uma página antiga ainda acessível merece a mesma revisão de uma página criada ontem.

Quando um sitelink dinâmico específico estiver inadequado, há opções para pausá-lo ou removê-lo. Desativar o recurso automático para a conta inteira tem alcance maior; não confunda essa decisão com corrigir um único link.

Há outra possibilidade: a documentação geral de recursos descreve o uso de títulos e descrições de anúncios responsivos em espaços antes reservados aos sitelinks, conforme a elegibilidade.

Por isso, registre o que foi mostrado e investigue a origem na conta. A aparência de um link, sozinha, não comprova que ele corresponde a um sitelink manual cadastrado na tabela.

Revise também a escrita dos recursos que podem mudar de posição. O guia de títulos e fixação em anúncios responsivos mostra como manter a mensagem coerente em diferentes combinações.

A orientação oficial sobre relatórios de recursos explica que a coluna de cliques pode reunir interações no título e no recurso. Para separar, use a segmentação por tipo de clique.

Sem essa leitura, você pode acreditar que uma página adicional recebeu visitas que, na verdade, entraram pelo título principal. A interpretação errada afeta tanto a avaliação do texto quanto a do destino.

Os totais também exigem cuidado. Vários sitelinks podem aparecer na mesma impressão; o total deduplicado não precisa ser igual à soma das linhas individuais. Não tente corrigir essa diferença somando tudo novamente.

Separe as perguntas na análise: o recurso foi exibido? Recebeu cliques próprios? O que aconteceu com essas visitas depois da chegada à página? Um relatório de exibição não responde sozinho pela jornada inteira.

Se você usa parâmetros para identificar a origem, confira o modelo de acompanhamento e o sufixo do URL final. Não acrescente um padrão novo sem verificar a configuração que já está em uso.

Escolha também a ação comercial correta. O guia de conversões primárias e secundárias ajuda a separar observação e otimização. Um clique no botão da presell não deve virar compra confirmada por conveniência da análise.

Não declare um vencedor com base em poucas visitas ou em períodos incompatíveis. Registre a mudança e acompanhe o resultado dentro do ciclo de compra da oferta. Se os dados não sustentam uma decisão, mantenha essa limitação explícita.

Recurso aprovado não significa presença em toda impressão

Adicionar recursos não tem uma tarifa de cadastro, mas os cliques seguem a cobrança da campanha, conforme o guia geral do Google Ads. Não interprete isso como tráfego gratuito ou CPC fixo.

A escolha do que aparece depende da elegibilidade e do contexto da impressão. Ver um anúncio sem determinado sitelink em uma busca não prova que o recurso está quebrado.

Antes de criar cópias, confira status, programação e associações. Veja também se a campanha recebeu impressões no período analisado. Um recurso não consegue mostrar atividade de uma campanha que não veiculou naquele recorte.

Evite alterar lances só para tentar forçar um formato visual. O diagnóstico de CPC alto no Google Ads começa pela qualidade do tráfego e pela medição, não pelo desejo de ocupar mais espaço.

O mesmo vale para a quantidade de links. Prepare destinos distintos que você consegue manter e confira as recomendações atuais para o formato usado. Não transforme uma meta de preenchimento em justificativa para publicar conteúdo fraco.

Conclusão: revise cada entrada como parte da oferta

O trabalho está pronto quando cada sitelink leva a um conteúdo útil, pertence à campanha certa e pode ser avaliado sem confundir cliques do anúncio com cliques no recurso.

Depois de uma mudança de produto, página ou domínio, repita a visita pelos links adicionais. Conferir apenas o título principal deixa parte da experiência fora da revisão.

Se a pendência está na página, conheça o Super Presell Ultimate e veja se o editor atende ao conteúdo que você precisa construir. O cadastro e a associação dos sitelinks continuam sendo uma etapa separada no Google Ads.

Fontes oficiais consultadas

  • Google Ads: funcionamento, cadastro e hierarquia de sitelinks.
  • Políticas do Google Ads: requisitos do recurso de sitelink.
  • Políticas do Google Ads: requisitos de destino.
  • Google Ads: sitelinks dinâmicos.
  • Google Ads: interpretar a performance dos recursos.
  • Google Ads: recursos e flexibilidade de exibição.
  • Google Ads API: limites dos campos de SitelinkAsset.
  • Central da Pesquisa Google: sitelinks nos resultados orgânicos.

Perguntas frequentes

Sitelinks são os mesmos links que aparecem nos resultados orgânicos?

Não. Os sitelinks deste guia são recursos do Google Ads associados a anúncios. Os links adicionais dos resultados orgânicos são escolhidos pelos sistemas da Pesquisa e não são configurados pela criação de um recurso na campanha.

Posso levar o sitelink direto ao checkout do produtor?

Não presuma que qualquer checkout de terceiro é permitido. A regra geral exige o mesmo domínio do URL final do anúncio, com exceções específicas. Confira a política atual, as regras da oferta e a coerência do destino antes de cadastrar.

Sitelinks no grupo de anúncios substituem todos os da conta?

Não conte com isso. A documentação atual permite a exibição conjunta de recursos de níveis diferentes na mesma ramificação. Revise conta, campanha e grupo para saber quais destinos podem acompanhar aquela oferta.

Qual é o limite de texto de um sitelink em português?

O texto do link tem limite de 25 caracteres. As duas linhas de descrição comportam até 35 caracteres cada. Escreva uma chamada compreensível dentro do limite e confirme os campos na interface antes de salvar.

Por que meu sitelink aprovado não aparece em toda busca?

A aprovação não obriga a exibição. Confira associação, programação e elegibilidade; formato, posição e previsão de desempenho também participam da escolha. Uma busca isolada não mostra tudo o que a campanha pode veicular.

O Super Presell Ultimate cadastra os sitelinks na campanha?

Neste fluxo, o plugin ajuda na criação e edição da presell. Os sitelinks são configurados e revisados no Google Ads. Ter uma página criada não comprova associação correta, aprovação do recurso ou resultado comercial.

← Todos os artigos